quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Alongamento de cadeia posterior, veja sua importância e como executar

Bom dia pessoal !!!

A nossa cadeia posterior de músculos é muito importante para uma série de movimentos. Veja neste artigo como é importante mantê-la flexível e as maneiras de fazer isto!

Alongamento de cadeia posterior

Antes de falar especificamente deste tipo de encurtamento e de como tratar isso, temos que ter alguns conceitos claros.
 O alongamento é uma maneira de melhorar a flexibilidade, que é dividida em diversos itens (alongamento, flexibilidade, flexionamento). Quando falo que o alongamento antes da musculação não é indicado e em certas situações nem depois, não quero dizer que ele deve ser negligenciado. Um corpo flexível é muito menos propenso a lesões e apresenta melhores resultados em termos de hipertrofia. A questão do alongamento é a maior mostra de que o ser humano tem dificuldades em encontrar o equilíbrio. Durante muito tempo, foi pregado sem a devida comprovação, que o alongamento antes do treino prevenia lesões. Pois bem, diversos estudos mostraram que isso não era verdade. Como este era um “conhecimento” muito arraigado no cenário popular, diversos profissionais de educação física formaram frentes de divulgação de informação de qualidade. Até ai tudo certo, o problema é que agora se deixou de trabalhar a flexibilidade. Resultado, muitas pessoas encurtadas, principalmente em cadeia posterior.
Por isso, o trabalho de flexibilidade, aplicado da maneira correta, é fundamental para resultados em termos hipertróficos. Neste contexto, o encurtamento da cadeia posterior é muito mais comum. Por isso, vou mostrar como melhorar isso e como ela afeta seu rendimento!
Veja agora a importância de alongar a cadeia posterior e como você deve fazer isso!

Cadeia posterior, flexibilidade é fundamental!

Quando falamos em cadeia posterior, você tem que ter clareza do que estamos falando. Cadeia posterior é o conjunto de vários músculos, iniciando pela panturrilha (tríceps surral), passando pela coxa (isquiotibiais), glúteos e músculos lombares. Portanto, não estamos falando de um ou dois músculos, mas de vários.
Além disso, estes músculos tem uma enorme capacidade de torque e geralmente apresentam bons graus de hipertrofia em indivíduos treinados. Isso se deve a sua capacidade de estabilização da postura  e produção de força.
Desta mesma forma, é muito comum encontrarmos pessoas com encurtamento nestes músculos. Isso faz com que uma série de movimentos sejam prejudicados, principalmente em termos de amplitude, fundamento primordial  da hipertrofia.
Algumas pesquisas mostram que de maneira estatística (ou seja, se aplica à média) os homens tem menos flexibilidade do que as mulheres. Com isso, a incidência de homens com encurtamentos severos em cadeia posterior é muito comum.
Se você quer testar isso, basta tentar alcançar os pés sem dobrar os joelhos. Se não conseguir, pode ter certeza que precisa de um trabalho específico de flexibilidade!
Perceba também que estamos falando basicamente de 4 grupamentos musculares distintos, que precisam de um trabalho específico de flexibilidade. Por isso, no treinamento, é preciso levar isso em conta e potencializar os treinos generalistas.
Um dos exercícios que mais é afetado pela falta de flexibilidade de cadeia posterior é o agachamento. A partir do momento em que passamos da linha de 90º do joelho, temos uma maior solicitação de alongamento dos músculos da cadeia posterior.
Se você for encurtado (a),  ao passar desta angulação, irá “puxar” sua coluna, perdendo a curvatura da lombar (lordose). Com isso, seu glúteo irá deixar de ser solicitado e a maior parte da carga ficará por conta da coluna lombar, sobrecarregando seus discos intervertebrais. O resultado disso é desastroso!
Mas não apenas no agachamento, mas em todos os movimentos que envolvem movimentos de quadril, temos uma grande necessidade de uma boa flexibilidade.
Caso você faça parte dos 90% da população que tem problemas de flexibilidade, veja agora como melhorar isso, principalmente em cadeia posterior!

Como melhorar a flexibilidade em cadeia posterior

De uma maneira geral, quando queremos alongar um músculo, precisamos  usar movimentos contrários aos que eles produzem. Desta forma, glúteos são alongados com movimentos de flexão de quadril (de preferência com os joelhos flexionados, para ser mais específico), os isquiotibiais são alongados com movimentos de flexão de quadril também. Tríceps surral é alongado com movimentos de flexão do tornozelo e os músculos lombares, com a flexão de quadril.



Perceba que o movimento de flexão de quadril é muito importante para quem busca alongar sua cadeia posterior. Mas isso de maneira alguma significa que devamos realizar apenas este movimento, de maneira simples. Existe uma infinidade de alongamentos que envolvem flexão de quadril e cada um deles, tem mais enfoque em determinado grupamento.
Porém, é importante saber que cada pessoa tem necessidades diferentes. Existem casos, onde apenas um ou dois destes grupos musculares é que exigem um maior treinamento em termos de flexibilidade, sendo necessário um trabalho mais específico. Existem outros casos, onde a cadeia anterior também precisa ser trabalhada para melhorar a capacidade funcional.
Neste sentido, é muito importante o acompanhamento de um educador físico ou fisioterapeuta. 
Com isso tudo, fica claro que o trabalho de flexibilidade para cadeia posterior é muito importante para qualquer pessoa.   Quem não tem tempo para treinar em um momento separado da musculação, pode fazer isso quando estes músculos não foram solicitados no treino. Por exemplo, se você treino peito ou costas, pode alongar isquiotibiais e glúteos.
Tudo isso vai depender da organização de cada pessoa. O que você não pode é deixar de treinar seus músculos da cadeia posterior, em termos de flexibilidade! 

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terça-feira, 17 de novembro de 2015

ZMA e GH, entenda como funcionam esses suplementos Pré-Hormonais

Bom dia pessoas !!!

O consumo de Suplementos Alimentares está cada vez mais popular entre atletas e pessoas que simplesmente querem melhorar seu condicionamento físico. Os suplementos pré-hormonais, como ZMA e GH estão entre os mais procurados, mas muitas pessoas tem uma visão errada sobre eles. 





SUPLEMENTO ALIMENTAR NÃO É ESTEROIDE ANABOLIZANTE
Muita gente confunde suplementos pré-hormonais com esteroides anabolizantes, mas eles são muito diferentes.
Os suplementos ZMA e GH (principais pré-hormonais do mercado) são liberados pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), ou seja, não oferecem riscos à saúde, quando consumidos da forma correta. Geralmente são encontrados em tabletes ou spray sublingual. Estes suplementos aumentam a produção do hormônio do crescimento e da testosterona, mas não são hormônios em si.

Já os esteroides anabolizantes são medicamentos controlados  que só podem ser vendidos em farmácias, com receituário médico e, na maioria das vezes, são injetáveis. Deve haver um motivo para o processo ser esse, não é mesmo? Sim, pois eles são indicados para pessoas que perderam muita massa muscular, normalmente devido a alguma doença, ou que possuam algum déficit na produção hormonal e não para quem quer apenas um corpo sarado.

O QUE SÃO O ZMA E O GH?
Ambos são propulsores do hormônio do crescimento, mas agora você vai entender a diferença entre eles e porque é indicado o consumo.

ZMA
O ZMA é a combinação de 3 elementos: Zinco, Magnésio e Vitamina B6. Quando este suplemento é utilizado da forma correta, permite uma maior liberação do hormônio do crescimento, o hGH e também da testosterona. O organismo libera uma quantidade específica de hGH em torno de 90 minutos depois de dormir. Quando isso acontecer, é importante que se tenha disponível os nutrientes do ZMA para que os resultados sejam potencializados.
Outra função é melhorar o relaxamento muscular durante o sono, o que ajuda na recuperação das células musculares.  Em concentrações específicas, ele auxilia no ganho de massa muscular magra.
Não é necessário fazer ciclos de consumo desse suplemento. Ele pode ser consumido diariamente, sem problema algum, desde que ingerido nas quantidades certas. 

Importante: Não use o ZMA imediatamente antes ou depois de consumir alimentos ou suplementos com alta concentração de cálcio, pois interfere na absorção dos nutrientes.


GH (suplemento)
O GH (growth hormone) ou hGH (human growth hormone) é conhecido como hormônio do crescimento e é muito importante para o crescimento e desenvolvimento do corpo desde os primeiros anos de vida.
Este hormônio, naturalmente produzido pelo organismo através da glândula hipófise, é responsável por aumentar a síntese proteica e auxiliar no processo de recuperação muscular e na construção dos músculos.
A principal maneira de estimular a produção do hormônio do crescimento é através dos treinos. Ao malhar intensamente, o organismo libera uma maior quantidade de GH, o que resultará em melhores ganhos de massa muscular. O consumo de proteínas também auxilia no aumento da produção do hormônio. Tomar GH (suplemento) sem consumir proteínas é jogar dinheiro fora.
Para quem quer aumentar a liberação do hormônio, o descanso é fundamental. É na hora do sono em que há uma maior liberação.
À medida que o tempo passa, a produção de GH diminui no organismo, e nesse caso a suplementação pode auxiliar.

CONSUMINDO ZMA ASSOCIADO AO GH
O consumo desses dois Suplementos em conjunto é a melhor opção. Enquanto o GH vai aumentar a produção de hormônio do crescimento, o ZMA vai aumentar a liberação do mesmo, fazendo com que o aproveitamento dos produtos seja melhor. O ideal é consumi-los antes da hora de dormir, pois é após o sono que o organismo começa a liberar o hGH.

EFEITOS COLATERAIS
O uso desses suplementos (principalmente o GH), quando em excesso, desequilibra a produção hormonal natural do corpo, pois o organismo tem um sistema inteligente próprio para manter as taxas hormonais estabilizadas. Se a pessoa estimula a produção de um determinado hormônio, esse é somado ao que já é produzido e o organismo entende que há uma desregulação no processo natural e tenta equilibrar, produzindo mais hormônios contrários para balancear.
Nos homens, uma consequência comum é o aparecimento de características femininas, como aumento das mamas, impotência sexual, redução dos testículos e infertilidade.
As mulheres também podem consumir estes suplementos, mas seu consumo exacerbado pode tornar a voz mais grossa, aumento da quantidade de pelos, queda de cabelo, desregulação da menstruação e, claro, o corpo fica mais masculinizado.


ZMA-e-GH

Vale lembrar que esses suplementos não fazem milagre. A maioria das pessoas pensa que ganhar massa muscular é fácil e rápido, mas não é.  Mais uma vez informamos que o consumo de qualquer suplemento alimentar deve ter o acompanhamento de um médico ou nutricionista. 

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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

O que priorizar no treino quando o tempo é reduzido

E aí galera? 
A dica hoje é sobre musculação...


Manter uma rotina de atividade física e treinos não é nada fácil, isso porque diariamente temos inúmeros imprevistos durante o dia e isso pode atrapalhar e diminuir o tempo que havia sido planejado se exercitar. Dentre esses imprevistos os mais comuns são o transito, o fato de ficar mais tempo no trabalho, um dia de chuva, um carro que quebrou, um despertador que não tocou e por ai vai. 
A questão em dúvida é: O que fazer quando a expectativa de treino era 1 hora e agora só tenho 40 minutos ou até menos?
No geral quem tem o tempo reduzido não pode deixar de trabalhar os principais grupos musculares que foram planejados no seu treinamento, mas é evidente que levando em conta apenas as questões estéticas seria menos pior as mulheres abrirem mão dos exercícios de membros superiores, assim como os homem abrirem mão daqueles de membros inferiores. Em nenhum dos casos se aconselha deixar de fazer exercícios que envolvem principalmente a musculatura abdominal, lombar e oblíquos.
Além disso existem algumas outras possibilidades para quem está com o tempo de treino reduzido. São elas:
  • Diminuir o número de séries. Por exemplo: ao invés de 3 faz 2.
  • Diminuir o número de repetições. Por exemplo: ao invés de 15 faz 12.
  • Diminuir a quantidade de exercícios por músculo. Por exemplo: tinha 2 para o bíceps e você só faz 1.
  • Realizar os exercícios de forma combinada. Por exemplo: faz um exercício para membros superiores e ao invés de descansar já vai fazendo outro que preferencialmente deve ser para membro inferiores ou para um músculo antagonista ao que foi trabalhado. Algo como alternando bíceps com cadeira extensora ou bíceps com tríceps.
Além disso, existe a possibilidade de abrir mão de algum músculo que já é trabalhado em outro exercício. Isto porque normalmente o trabalho muscular convencional tem uma divisão de exercícios por grupo muscular, mas muitos desses exercícios não trabalham apenas um músculo em específico. Um exemplo clássico é o supino que é um exercício prescrito para a musculatura peitoral, porém durante a sua execução utiliza também tríceps e a porção do deltoide anterior.
Seguindo essa linha de raciocínio, se você for ter que cortar algum exercício por problemas com tempo e na sua série tem, por exemplo, um supino e algum exercício para o tríceps certamente a melhor alternativa seria não realizar o tríceps. Como esse exemplo temos vários outros e existem exercícios com características mais funcionais que trabalham 3, 4, 5 ou até mais grupos musculares ao mesmo tempo.
Como cada caso tem suas particularidades é de extrema importância que o praticante converse com seu professor para este profissional faça os ajustes necessários nesses dias em que o tempo está corrido.
É importante deixar claro que em qualquer uma dessas alternativas o efeito do treino, assim como seus resultados, poderão ser comprometidos. Por isso, fique atento para a falta de tempo que é esporádica não vire uma situação real porque se isso acontecer todo seu treino deve passar por um novo planejamento.

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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Panqueca protéica de Whey com Banana

Bom dia !!!

Que tal uma panqueca na hora do lanche ?



Nada como uma boa receita para adoçar seu dia!
A panqueca protéica de banana com mel pode ser consumida em seu café da manhã, lanche da tarde ou como pré ou pós treino!!

INGREDIENTES
1 colher de sopa de farinha linhaça;
1 colher de chá de canela em pó;
1 colher de chá de adoçante liquido;
2 ovos inteiros;
2 xícara de chá de leite desnatado;

3 scoops de whey protein baunilha;
5 banana branca bem madura;
1/2 xícara de farinha de trigo integral;
1/2 xícara de farinha de aveia;
1/3 xícara de Mel.


MODO DE PREPARO
  • Separe a banana;
  • Bata todos os ingredientes no liquidificador;
  • Asse a massa em uma frigideira em fogo baixo, se usar óleo prefira o óleo de girassol;
  • Amasse as bananas, em seguida recheie as panquecas;
  • Após enrolar as panquecas escorra o mel sobre elas, em seguida coloque umas pitadas de canela;
  • A receita rende em média de 7 a 8 porções.

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8 Maneiras de intensificar seu treino de pernas e ter melhores resultados

Bom dia galera

O treino de pernas é muito importante na construção de um corpo esteticamente bonito e funcional. Neste artigo separamos algumas dicas para intensificar seu treino de pernas.

Ir para a academia e treinar pernas de verdade não é algo muito comum de se ver. Muitas pessoas até acham que treinam de verdade seus quadríceps, isquiotibiais, adutores e abdutores, mas geralmente, acabam apenas cansando esta musculatura.
Para que você possa obter resultados de fato efetivos em seu treino de pernas,vai precisar de muito mais do que apenas alguns exercícios, sem levar em conta todo o contexto.


Tenha em mente que estamos falando de grupamentos musculares com grande potencial de torque e de resistência. Com isso, não será qualquer estímulo que causará bons níveis de microrupturas teciduais, que irão gerar a hipertrofia.
Mas de maneira alguma ter um treino intenso de pernas é algo de outro mundo ou de extrema dificuldade. Mexendo em algumas variáveis, é possível treinar de maneira correta e eficiente. Veja agora algumas maneiras de intensificar seu treino de pernas:

8 maneiras de intensificar seu treino de pernas
1° Sempre dê preferência para exercícios multiarticulares: Quando pensamos em um treino intenso, temos de saber que a intensidade está diretamente relacionada à dificuldade de execução. Quanto mais fácil de executar determinado movimento, menos intenso ele será. Agora imagine o seguinte, é mais fácil fazer um exercício de extensão de joelho na cadeira extensora ou um agachamento? Muito provavelmente um agachamento (caso você esteja fazendo ele corretamente). Isso porque ao mobilizarmos mais de uma articulação no movimento, estaremos usando musculaturas maiores, mais energia e consequentemente, teremos uma dificuldade aumentada.

Por isso, quem pensa em ter um treino de pernas intenso, precisa sempre pensar em ter exercícios multiarticulares em seu treino. Não que você deva deixar de usar os exercícios monoarticulares, mas eles não podem ser a base de um bom treino de pernas.

2° Menos carga e mais qualidade: Muita gente acredita que precisa usar cargas elevadíssimas no treino de pernas. Vemos nas academias muitas pessoas executando movimentos como o agachamento, com elevadas cargas, mas com pouca amplitude. Com isso, além de não ativar os músculos alvo do exercício, ainda coloca-se em risco as articulações e ligamentos, fazendo com que o movimento seja mais prejudicial do que benéfico. Não consegue agachar? Melhore sua força, equilíbrio e flexibilidade.

3° Não chegar a falha concêntrica: Treinar de maneira intensa, sem atingir a falha concêntrica é uma tarefa difícil. Muitas pessoas não usam a falha concêntrica em seu treino de pernas pela dor e queimação que este método traz. Mas com isso, deixam de obter ganhos significativos de aumento de massa magra. No geral, os homens são maioria no treino de pernas ineficiente, mas muitas mulheres também entram neste quadro.
A falha concêntrica é um sinal do corpo de que o exercício chegou ao limite, onde o cérebro envia estímulos aos músculos para preservar a segurança. Por isso, ela é um sinal de intensidade muito importante para o treino de pernas.

4° Poucos treinos por semana: Você treina pernas 3 vezes por semana? Provavelmente está apenas cansando seus músculos e não treinando-os. Uma pessoa que de fato treina, não conseguirá uma boa qualidade de treino sem o devido descanso. Mesmo fisiculturistas, treinam no máximo duas vezes por semana, sendo que a grande maioria treina apenas uma vez. Portanto, esteja sempre atento (a) ao descanso entre um treino e outro e não peque pelo excesso!

5° Treinos curtos: Dependendo do objetivo de cada pessoa, o treino de pernas pode ser mais ou menos curto. Mesmo pessoas que estão iniciando e que precisam de mais volume de treino, podem ter bons resultados com 40 minutos ou menos treinando. Ficar uma hora ou mais apenas estimulando os músculos das pernas é desnecessário e perigoso.
Em alguns casos, chego a utilizar apenas 3 exercícios, feitos de maneira intensa, para que o volume de treinamento seja reduzido. Mas é lógico que isso vai depender de cada caso e de suas individualidades.

6 Use séries compostas: 
Treinos como o drop-set, bi-set ou tri-set, são excelentes para um bom treino de pernas. Isso porque eles estimulam a musculatura ao máximo e obtemos resultados fantásticos em termos de hipertrofia. É lógico que isso vale para pessoas com um bom nível de treinamento e que estejam querendo acentuar seu desenvolvimento. Não que você precise usar estes métodos em todo seu treino ou sempre, mas vez ou outra eles podem ser feitos, ou ainda em alguns exercícios pré-traçados.

7° Reduza os intervalos de descanso: 
A menos que você queira obter estímulos tensionais, os intervalos entre as séries mais curtos vão fazer com que a intensidade de seu treino seja acentuada. Isso porque reduzimos a recuperação e aumentamos o desgaste muscular do treino.

8° Controle a cadência dos movimentos: 
Cada objetivo tem uma cadencia específica, por isso, sempre tenha um bom profissional de educação física acompanhando seus treinos. Cadencias mais lentas ou mais rápidas, quando bem empregadas no contexto do treino de pernas, produzem excelentes resultados e aumentam exponencialmente a intensidade de seu treino. Portanto, sempre que possível, alterne cadências de movimento. Por exemplo, se você for bem treinado, pode usar uma fase excêntrica mais lenta e “explodir” na fase concêntrica, o que aumentará a intensidade de seu treino.

É importante saber que treinos de pernas altamente intensos, tem uma elevada demanda energética. Por isso, sua dieta precisa estar de acordo com seu treinamento. Além disso, é muito importante que uma boa progressão das cargas e da intensidade seja feita, para que você não venha a ter problemas de lesão. Por isso, o que foi mostrado neste artigo não se enquadra para iniciantes ou pessoas que nunca treinaram em alta intensidade. Saber disso pode evitar que você venha a ter lesões e problemas de saúde! 

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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

O que é DEXTROSE, para que serve, como e porque tomar?

Bom dia galeraaa...





A dextrose nada mais é do que uma molécula de glicose. Como a maltodextrina, a dextrose passa por uma conversão enzimática do amido de milho. Sua classificação se dá por carboidrato simples por ter sua estrutura reduzida de tamanho, aumentando a oferta de glicose no sangue, seu índice glicêmico (IG) tem valor por volta de 110, e desta forma, é uma das principais fontes energéticas utilizadas pelo corpo, fazendo com que o corpo “quebre” as calorias provindas do carboidrato (dextrose) para gerar energia aos músculos. Geralmente a dextrose tem maior utilidade no pós-treino, aumentando a oferta de glicose e induzindo uma maior liberação de insulina para absorver os nutrientes.

Para que serve a DEXTROSE?


Sua utilização se dá por três fatores:


  • Maior disponibilidade de glicose na corrente sanguínea – A dextrose é uma molécula de glicose, ou seja, tem sua digestibilidade e absorção muito rápida, o que é sempre bem-vindo após um treinamento/competição/jogo, pois a recuperação para a preservação das proteínas pode ser um fator determinante em atletas;
  • Mais glicose circulante + liberação de insulina – A glicose circulante decorrente do uso da dextrose ou de qualquer outro carboidrato não pode continuar por muito tempo, e geralmente é o que acontece em indivíduos que não possuem a diabetes. Com a liberação da insulina das células beta do pâncres, o hormônio cai na corrente sanguínea quando a glicemia se encontra alta (após refeição), com a função de absorver todos os nutrientes e destina-los para seus respectivos lugares, desta forma,, além da glicose, a insulina acaba carregando aminoácidos para a síntese de proteínas e ácidos graxos para gerar energia (gliconeogênese) nos adipócitos;
  • Maior disponibilidade de glicose para formação de glicogênio – Após ser utilizada a glicose que se encontra circulante na corrente sanguínea, o que sobra vira nos hepatócios (fígado) glicogênio. O glicogênio encontrado no fígado além de gerar energia, mesmo que pouco, fornece novos monômeros de glicose para formação de glicogênio muscular, este que é uma das maiores fontes de combustível para o músculo no exercício, certa de 50% do consumo energético quando submetidos a mais que 70% VO2 máx.

 Benefícios da DEXTROSE

Melhor recuperação após o exercício, melhora a biodisponibilidade dos nutrientes (aminoácido, ácidos graxos e glicose) por uma maior estimulação da insulina e está envolvido na formação de glicogênio, quando consumido em grandes quantidades.

Ingestão da DEXTROSE


A dosagem deve seguir o rótulo do suplemento, o que se vê em média são 40g da dextrose em 200mL de água. Mas, se sabe que o consumo de carboidratos se dá por volta dos 60-70% do total de calorias ingeridas diárias.


PERGUNTAS E RESPOSTAS
Posso utilizar a dextrose com maltodextrina no pós-treino? 
Sim, é uma estratégia muito utilizada por fisiculturistas. Os atletas utilizam no pós-treino para obter uma janela de oportunidade maior e que dure mais tempo, absorvendo desta forma mais nutrientes para dentro da célula. A dextrose com um alto índice glicêmico iria aumentar a insulina de imediato e a maltodextrina com índice glicêmico intermédio iria dar mais energia por mais tempo.

É recomendado usar a dextrose no pré-treino? 
Não. A dextrose por possuir um alto índice glicêmico (I.G) eleva a liberação da insulina, da mesma for com um pico de insulina em um período onde se precisa de energia, mas não tão rápida, a dextrose pode levar a tonturas, nauseas e dores estomacais. Sem contar na sobrecarga renal decorrente de uma maior concentração de glicose para converter em insulina nos receptores GLUT4 do fígado.

Dextrose engorda? 
Não, claro que se usada no período adequado! A dextrose como qualquer outro açúcar é utilizado sem problema algum. Porém, quando a insulina é liberada na corrente sanguínea que absorve toda a glicose para dentro da célula a mesma acaba seguindo outra rota, desta vez servindo como combustível para os adipócitos. Tudo tem que se ter um bom senso!

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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Musculação: porque treinar menos traz mais resultados?

Bom dia pessoas

Hoje se treina menos para se ter mais ganhos. Cientificamente está muito bem comprovado que menos é igual a mais, mas como funciona isso na musculação?



Na musculação sempre buscamos bons resultados nos mais diferentes objetivos. Quando entramos nas salas de musculação no Brasil ainda encontramos algumas pessoas que acreditam e praticam a musculação tradicional, de duração muito longa com alta sobrecarga articular, o que pode ocasionar lesões. 

A musculação evoluiu muito e a ciência comprova que treinar menos traz mais resultados, com isso começamos a respeitar uma janela fisiológica na qual o corpo humano tem um limite aproximado de 45 minutos a 1 hora para responder bem às atividades propostas e orientadas.

Cada vez mais as pessoas querem resultados rápidos. Não conseguem, ficam frustradas e acabam se escondendo atrás da primeira dificuldade ou do primeiro pretexto para não seguir essa jornada. Com a evolução da musculação, que diz que treinar menos gera mais resultados, muitas pessoas têm voltado para as salas com uma vontade maior de chegar aos seus resultados e quase 100% delas têm atingido seu objetivo.

Para os iniciantes, treinar de duas a três vezes por semana a musculação em um tempo menor, proporciona a ele realizar atividades complementares que vão lhe trazer melhores resultados. Já os alunos intermediários e avançados, podem treinar de quatro a cinco vezes por semana com menor volume de exercícios aumentando assim a intensidade, chegando ao resultado final dentro do tempo esperado.

Procure sempre seu professor para obter as melhores informações sobre seus treinos e tenha muita dedicação. Bons treinos!


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